TEATRO VENTOFORTE

O Ventoforte está há quarenta anos no país desenvolvendo sua linguagem. A poesia de Lorca, Neruda, Brecht, Graciliano Ramos, tudo sobre o olhar do folguedo popular e dos bonecos. São mais de 30 peças de repertório, num processo que não cessa, de 1974 até hoje.

Site: http://teatroventoforte.blogspot.com.br/

Email: teatroventoforte@uol.com.br

Telefone Público: (11) 3071-3457

Descrição

O Ventoforte é fruto da estada de Federico Garcia Lorca na América Latina nos anos 30, o poeta teve um grupo de seguidores que disseminou sua poesia, os bonecos e o improviso poético que Lorca promovia junto ao público. Um desses pupilos, o poeta Javier Villafañi (que ensinou vários artistas brasileiros) ensinou a arte dos bonecos para uma jovem professora. Elena era professora de Elias, garoto de família judia polonesa, que começava a se interessar pela arte. Ilo Krugli, como passou a se chamar depois, tornou-se ceramista, artista plástico, cenógrafo, encenador teatral e usou tudo isso em função também da educação . Durante uma viagem pela América Latina, fazendo espetáculos com bonecos em comunidades pobres, aldeias de mineiros, Ilo se depara com as ditaduras nos países latinos. É convidado a vir ao Brasil dar corpo à um dos maiores movimentos da educação pela arte no país: a criação, pelo artista pernambuco Augusto Rodrigues, da escolinha de arte do Brasil. Ilo introduz a pedagogia com os bonecos a essa corrente. Em 74 monta a peça História de Lenços e Ventos, ainda durante a ditadura militar. A peça, considerada um divisor de águas na dramaturgia para a infância e juventude no país ganhou uma bela manchete de jornal: "Ventos fortes no teatro para a infância e juventude". Dessa manchete nasce o nome do Grupo, que junta mais de uma centena de prêmios em sua história no Brasil.

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Publicado por

Elias Kruglianski

Multi artista: ceramista, bonequeiro, escritor, cenógrafo, artista plástico e educador. Ilo faz história no Brasil por misturar o teatro com o folguedo popular, por uma forma inédita de tratar o boneco , uma metáfora redonda, quebras durante a encenação, tudo o que faz a comunicação e a interação com o público muito eficaz. Reconhecido pela comunidade antroposófica e libertária dentro da educação.